Acompanhamento pediátrico contínuo da gestação aos 2 anos, consulta a consulta, com a Dra. Thaís Elmôr Semprine, pediatra no Rio de Janeiro.
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Os primeiros 1000 dias de vida vão da gestação aos 2 anos da criança. No programa de acompanhamento da Dra. Thaís Elmôr Semprine, pediatra no Rio de Janeiro, a família é acompanhada de forma contínua nesse período, consulta a consulta, seguindo o calendário de puericultura e com canais de contato combinados entre as consultas.
O programa é para famílias que valorizam continuidade: a mesma pediatra acompanhando a história da criança desde o começo, conhecendo a rotina da casa e a forma como a família gosta de cuidar.
A conta é simples: são cerca de 270 dias de gestação, somados aos 365 dias do primeiro ano e aos 365 dias do segundo ano. Esse período é reconhecido por organizações como a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) como uma janela especial para a saúde da criança.
É nesse intervalo que o corpo e o cérebro crescem mais rápido do que em qualquer outra fase da vida. A alimentação da gestante, a amamentação, a introdução alimentar, o sono, o vínculo com a família, a vacinação e a prevenção de doenças nesse período têm influência sobre a saúde ao longo de toda a infância e além dela.
Isso não significa que tudo precise ser perfeito. Significa que vale a pena estar bem acompanhado nessa fase, com informação de qualidade, para que as decisões do dia a dia sejam tomadas com segurança e sem culpa.
O programa “Os primeiros 1000 dias de vida” é o acompanhamento contínuo da Dra. Thaís Elmôr Semprine, médica pediatra com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em Pediatria, desde a gestação até o segundo aniversário da criança. Ele não é um pacote fechado: é a puericultura feita consulta a consulta, com a mesma médica, no ritmo que cada fase pede.
O caminho costuma começar ainda na gravidez, com a consulta pré-natal pediátrica, feita online no terceiro trimestre. Depois do nascimento, seguem as consultas de puericultura, de acordo com o calendário recomendado pela SBP, no consultório de Ipanema. Nas primeiras semanas, quando a família prefere ficar mais reclusa, a consulta pode acontecer como visita domiciliar.
Entre uma consulta e outra, a Dra. Thaís fica disponível pelos canais combinados com a família, para as dúvidas que não podem esperar o próximo encontro mas também não são urgência. Quando faz sentido, a orientação pode ser feita pela consulta pediátrica online.
Antes do consultório, a Dra. Thaís passou anos atendendo crianças em emergência pediátrica. Ali, o trabalho é resolver o problema do momento, e quase nunca sobra tempo para conversar sobre amamentação, sono ou desenvolvimento. Ela conta que a sensação de estar sempre “apagando incêndios” foi o que a levou a buscar um formato de cuidado mais calmo e mais próximo.
No acompanhamento dos primeiros 1000 dias, a proposta é outra: conhecer a família, construir confiança e antecipar as fases. Quando a pediatra já conhece a história do bebê, a conversa fica mais simples, as orientações ficam mais precisas e você deixa de depender de informações soltas da internet. Consulta a consulta, a mãe e a família ganham segurança para diferenciar o que é normal do que precisa de atenção.
O jeito de atender da Dra. Thaís é acolhedor, atento e com leveza para falar de maternidade. Ela olha para a criança e também para quem cuida dela, porque o cansaço, a ansiedade e a dúvida de “estar fazendo certo” também fazem parte da consulta.
A Dra. Thaís conta que gosta de dar autonomia aos pais: explicar o porquê de cada orientação para que a família consiga tomar a melhor decisão. “O meu objetivo enquanto pediatra não é ser uma bengala”, resume. No consultório, ela busca o meio-termo entre a recomendação e a rotina possível da família, sem negligenciar a criança e preservando a saúde mental dos pais. Ela também observa que, olhando a família um pouco de fora, o pediatra consegue indicar o foco de cada fase, porque as demandas mudam à medida que a criança cresce.
Do episódio 1 do podcast Conta Pra Mim, Mãe.
A tabela abaixo resume os temas mais comuns de cada etapa. A frequência é ajustada a cada criança, conforme a saúde, o crescimento e as necessidades da família.
| Fase | Como é o acompanhamento | Temas principais |
|---|---|---|
| Gestação, terceiro trimestre | Consulta pré-natal pediátrica online | Amamentação, vacinas, testes neonatais, rotina e primeiros cuidados com o recém-nascido, sinais de alerta, sono |
| Primeira semana | Primeira consulta após a alta, no consultório ou em casa | Mamadas, peso, icterícia, coto umbilical, resultados do teste do pezinho e dos outros testes |
| Do 1º ao 6º mês | Consultas mensais | Crescimento, vacinas, cólicas, sono, amamentação exclusiva, primeiros marcos |
| Dos 6 aos 12 meses | Consultas a cada dois meses | Introdução alimentar, sentar, engatinhar, dentes, segurança em casa |
| Dos 12 aos 24 meses | Consultas a cada três meses | Andar, linguagem, alimentação da família, birras, sono, telas |
Amamentação. A OMS e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses e continuado até os 2 anos ou mais. No acompanhamento, a Dra. Thaís apoia a família desde as primeiras mamadas, observando pega, ritmo e ganho de peso, e ajuda a encontrar caminhos quando há dificuldade, sempre respeitando a realidade de cada mãe.
Introdução alimentar. Aos 6 meses, começa a oferta de outros alimentos, mantendo o leite materno. A consulta antes dessa fase ajuda a família a se preparar: sinais de prontidão, texturas, oferta de água, prevenção de engasgo e alimentos que devem ficar de fora no primeiro ano, como açúcar e mel. O Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos, do Ministério da Saúde, é uma das referências usadas.
Marcos do desenvolvimento. Sorrir, sustentar a cabeça, rolar, sentar, engatinhar, andar e falar acontecem dentro de janelas de tempo. Os chamados saltos de desenvolvimento, termo muito procurado pelas famílias, costumam vir acompanhados de mudanças no sono e no humor do bebê. A consulta ajuda a entender o que é esperado para a idade e quando vale investigar.
Vacinação. O calendário do Programa Nacional de Imunizações é conferido em todas as consultas, junto com as vacinas recomendadas pela SBP.
Sono e rotina. O sono muda muito nos dois primeiros anos. A orientação parte da rotina da sua casa, com as regras de sono seguro e sem fórmulas prontas.
Vínculo e estímulo. Conversar, cantar, ler e brincar com o bebê são formas simples e poderosas de estímulo. A consulta também é espaço para falar sobre telas, que a SBP recomenda evitar antes dos 2 anos.
A Dra. Thaís lembra que os primeiros mil dias são uma janela de oportunidade para estimular a criança, e que o atraso motor costuma ser deixado de lado justamente por não ameaçar a vida. Ela chama o cercadinho e a cadeirinha de descanso de “armadilhas do enxoval moderno”: prometem facilitar a rotina, mas podem prejudicar o desenvolvimento motor. Sobre o andador, recorda as campanhas da Sociedade Brasileira de Pediatria contra o uso. Quando surge uma dúvida, ela defende o cuidado multidisciplinar e o encaminhamento cedo à fisioterapia pediátrica.
Do episódio 5 do podcast Conta Pra Mim, Mãe.
Mesmo com acompanhamento próximo, alguns sinais não devem esperar a próxima consulta. Procure o pronto-socorro ou ligue para a Dra. Thaís em caso de febre em bebê com menos de 3 meses, dificuldade para respirar, lábios arroxeados, bebê muito sonolento ou difícil de acordar, recusa das mamadas, vômitos repetidos, sinais de desidratação, convulsão ou qualquer situação que preocupe você. Na dúvida, não espere em casa.
O acompanhamento é particular, com horário agendado. A cada consulta, a Dra. Thaís emite recibo para que a família possa solicitar reembolso ao plano de saúde, conforme as regras de cada plano. A forma de acompanhamento, os dias e o local, no consultório ou em casa, são combinados pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.
É o período que vai da concepção aos 2 anos da criança: cerca de 270 dias de gestação e os dois primeiros anos de vida. É uma fase de crescimento muito rápido, reconhecida pela OMS, pelo UNICEF e pela SBP como especialmente importante para a saúde.
Sim. O ideal é começar na gestação, com a consulta pré-natal pediátrica, mas a família pode iniciar o acompanhamento em qualquer momento até os 2 anos.
Não. O acompanhamento segue o calendário de puericultura e é ajustado a cada criança. Bebês que precisam de mais atenção em alguma fase podem ter consultas mais próximas.
Os canais de contato são combinados com cada família no início do acompanhamento. Em situações de urgência, a orientação é procurar o pronto-socorro.
Por volta dos 6 meses, conforme a recomendação da OMS, do Ministério da Saúde e da SBP, mantendo o leite materno. A consulta anterior a essa fase serve para preparar a família.
É o nome popular dado a períodos em que o bebê adquire novas habilidades e, muitas vezes, fica mais agitado ou dorme pior. A consulta ajuda a entender o que é esperado para a idade e o que merece avaliação.
Sim. A Dra. Thaís segue com a puericultura até os 18 anos, com consultas mais espaçadas.
Conte pelo WhatsApp se você ainda está na gestação ou qual é a idade do bebê. Você recebe a resposta com as opções para começar o acompanhamento. Para conhecer a Dra. Thaís, visite a página inicial ou as perguntas frequentes.
Consultas de rotina para acompanhar o crescimento e o desenvolvimento, de 0 a 18 anos.
ConhecerConversa online no terceiro trimestre, para a família chegar à maternidade preparada.
ConhecerConsulta em casa no puerpério, na Zona Sul do Rio, sem expor o recém-nascido.
ConhecerConsultas no consultório de Ipanema, online ou na sua casa, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Conte pelo WhatsApp o que você precisa.
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